A PSP explicou esta segunda-feira a operação «Fair-play», que culminou na detenção de 30 elementos ligados aos «No Name Boys», e deu a sua versão sobre o que se passou esta manhã no Tribunal de Instrução Criminal (TIC) onde estão a ser ouvidos alguns dos detidos da operação.
Alegados elementos da claque agrediram jornalistas, impedindo-os de filmar, e provocaram distúrbios à porta das instalações do TIC, mas a PSP tem uma versão diferente, apesar de ter reforçado o policiamento.
Já depois de o comandante da Divisão de Investigação Criminal, Dário Prates, explicar a investigação que levou às detenções deste domingo, um outro elemento da PSP referiu que o «tumulto» à porta do TIC deveu-se ao seguinte: «Alguém pisou o cabo de uma câmara, o que fez o operador cair. Na sequência um polícia foi atingido pela câmara.»
Antes, Dário Prates fora interrogado sobre os acontecimentos no TIC e dissera que a versão da PSP ainda não estava «concluída» e que estava-se «a apurar o que aconteceu».
De resto, aquele outro elemento fez questão de sublinhar que, ao contrário do que foi veiculado por alguma imprensa, nenhum órgão de comunicação social acompanhou a PSP nas detenções.