De acordo com vários órgãos de comunicação social do país, Garcés havia sido notificado para comparecer na sede da federação. Nesse encontro, explicou ao presidente do organismo, Ariel Alvarado, bem como ao gerente das selecções, Rolando González, o que se passava, admitindo que a Académica lhe devia «três meses de salários, a partir Janeiro», ou seja, desde que se ausentou de Coimbra.

Recorde-se que o avançado do Panamá deixou a Académica por altura das férias natalícias, apenas regressando no início de Abril, sem contudo ter resolvido o conflito já que os estudantes recusaram-se a emprestá-lo ao San Francisco, clube no qual vinha mantendo a forma.