O FC Porto negou «perentoriamente» acusações de «odores intensos» no balneário visitante do Dragão Arena, antes do jogo frente ao Sporting, para o campeonato de andebol, rejeitando «de forma absoluta, clara e inequívoca» qualquer irregularidade.

Em comunicado, o clube portista classificou as insinuações como «graves, abusivas e totalmente destituídas de fundamento», assegurando que não existiu qualquer situação anómala nas instalações.

Perante a polémica, o FC Porto garante ter atuado de imediato junto da Federação portuguesa de andebol e da PSP, de forma a assegurar uma verificação independente das condições do espaço.

Além disso, o emblema portista mostra-se disponível para abrir as instalações a terceiros para uma vistoria do local.

«O FC Porto manifesta desde já total disponibilidade para que órgãos de comunicação social devidamente acreditados possam aceder às instalações, permitindo uma verificação direta e independente», pode ler-se ainda.

O clube vai mais longe na defesa da sua posição, considerando que «trata-se de uma acusação inadmissível, que atinge injustificadamente a reputação de uma instituição», reforçando que não se revê nestas situações.

Relativamente às indisposições registadas em elementos do Sporting, os dragões esclarecem que «os meios de emergência foram prontamente acionados, tendo sido prestado todo o apoio necessário, com profissionalismo e responsabilidade».

De recordar, a comitiva do Sporting queixou-se de um forte cheiro no balneário, e que levou a que o treinador Ricardo Costa e o jogador Christian Moga, do Sporting, fossem assistidos no pavilhão e posteriormente levados para o hospital.

(Artigo atualizado às 19h13)