Para quem perdeu a conta, foram sete golos, com sorriso final para o Atlético de Simão e Maniche (4-3). E para os outros, os que se lembram do resultado mas já esqueceram a marcha do marcador, aqui fica: 0-1 por Henry, 0-2 por Messi, 1-2 por Forlán, 2-2 por Aguero, 2-3 por Henry, 3-3 por Forlán e 4-3 por Aguero. Soberbo.

A história de um dos clássicos mais entusiasmantes do panorama mundial escreve-se com muitas linhas portuguesas. Quem esquece as belíssimas arrancadas de Paulo Futre com a camisola do Atlético? Ou a participação de Vítor Baía (noite para esquecer), Fernando Couto e Luís Figo num sensacional 5-4 em 1996/97, para a Taça da Rei, com Bobby Robson e José Mourinho no banco?

Na década de 90, regista-se um 4-3, um 5-3, outro 4-3, depois um 2-5 e um 5-2 de resposta logo a seguir. Passam os anos e a moda continua. Em 2007, com Zé Castro, Maniche e Costinha a ver, o Barcelona vai a Madrid marcar seis sem resposta. Seis! O Atlético ainda responde com um 4-2, mas a formação catalã volta a desequilibrar: 6-1 em Novembro de 2008! E assim, de resultado gordo em resultado gordo, chega-se à mais recente «remontada» do adversário do F.C. Porto na Champions, com contributo de Simão e Maniche.

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