Di María
O argentino usou a velocidade para criar desequilíbrios, uma tarefa que não foi nada fácil de cumprir, já que o Marselha marcou muito em cima. Ainda assim, o «20» das águias aproveitou bem as brechas que encontrou. Durante a primeira parte, esteve muito sozinho no seu flanco, já que César Peixoto não o ajudou nas acções atacantes. Rematou, cruzou, tentou. Não marcou, mas esteve no golo dos encarnados.
Saviola e Aimar
Os dois argentinos mostraram alguns dos pormenores que deliciam os adeptos, ainda que a espaços, já que estiveram muito marcados. Cissé quase nunca largou Aimar, que regressou depois de estar em gestão de esforço. O «10» encarnado quase marcou. Teve o golo nos pés, aos 42 minutos, depois de combinação entre Di María e Saviola, que fez o que pôde para furar a muralha defensiva dos franceses.
David Luiz
Fez uma boa exibição. O central mostrou-se seguro a defender e chegou a aventurar-se no ataque. O primeiro lance de ataque foi protagonizado pelo brasileiro, que ganhou um livre perigoso, aos 84 minutos.
Lucho
«El comandante» regressou à Luz de azul, mas agora com outro emblema na camisola. O que não mudou foi o facto de o argentino ser um jogador de qualidade. Jogou sobretudo no centro, mas descaiu para as laterais, mostrando-se bastante móvel. Aos 15 minutos podia ter marcado, mas o remate saiu ao lado da baliza defendida por Júlio César. A fechar a primeira parte teve mais uma oportunidade, mas o remate cruzado voltou a passar junto do poste. Fez uma série de cruzamentos, que poderiam ter terminado em golo, caso os seus companheiros fossem bem sucedidos e o adversário deixasse.
Brandão
Foi dono e senhor do lado esquerdo. Rápido e forte fisicamente, colocou grandes dificuldades a Maxi Pereira. O defesa-direito recorreu algumas vezes a faltas para travar o número 9, já que não teve velocidade para antecipar-se ao adversário.