Há equipas que são naturalmente vendedoras: todos os anos têm de transferir as melhores pérolas para fazer face às despesas. Formam jogadores, ou compram-nos muito novos, e vendem-nos por valores superiores aos grandes plantéis europeus, passados poucos anos.

Este é o caso, por exemplo, dos clubes portugueses, que formam em casa ou compram a preços low-cost e vendem a preços premium. É o caso dos portugueses, dizia-se, mas não só.  Por toda a Europa, se retirarmos as exceções evidentes, há esta estratégia de abordagem ao mercado assente na sustentabilidade financeira

Por isso, é normal que quando equipas como o Ajax ou o Mónaco fazem prestações europeias de excelência, no ano a seguir percam os seus melhores jogadores. É uma realidade inerente ao futebol europeu: os colossos fazem das conquistas passadas uma mais valia, e constantemente os jogadores são aliciados por um projeto desportiva e financeiramente superior.

Fala-se, neste caso, de clubes históricos como o Real Madrid, o Barcelona, o Manchester United ou o Bayern de Munique, aos quais se somaram nos últimos anos os emblemas feitos de petrodólares, como Chelsea, Manchester City ou PSG.

Dos clubes mais vendedores, o Maisfutebol elaborou uma lista de doze super-plantéis, caso não tivessem vendido os seus melhores jogadores. Confira a galeria, veja qual o melhor e vote na nossa sondagem.

 

Quem teria o melhor plantel se não fosse obrigado a vender os melhores jogadores?

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