Numa fase em que desconhece o futuro competitivo, o Boavista foi condenado a indemnizar o lateral Reggie Cannon, norte-americano que quebrou o contrato ao fim de três épocas. Na base da decisão estiveram ordenados em atraso.

Contratado em 2020 ao Dallas, da MLS, por quase 2,5 milhões de euros, Cannon fez 82 jogos até formalizar a rescisão unilateral, no verão de 2023. O vínculo com as “Panteras” era válido até junho de 2025.

Em agosto, a FIFA entendeu que a rescisão unilateral por justa causa era infundada, condenando Cannon a pagar quase 1,3 milhões de euros. Por isso, o Queens Park Rangers – emblema que contratou o defesa em 2023 – ficou «solidariamente responsável» pela indemnização.

Em todo o caso, jogador e clube recorreram desta decisão para o Tribunal Arbitral do Desporto (TAD).

Quase um ano volvido, o TAD deu razão a Cannon e Queens Park Rangers, condenando o Boavista. A decisão é final e vinculativa.

Antes, também neste caso, a FIFA condenou os axadrezados a pagaram 78 mil euros líquidos como remuneração pendente, mais cinco por cento de juros.

Dois anos depois de deixar Portugal, Reggie Cannon está vinculado aos Colorado Rapids, da MLS.