O Cruzeiro, clube treinado pelo português Leonardo Jardim, veio a público denunciar ameaças feitas a três dos seus jogadores, depois de três bonecos sem cabeça, mas com as camisolas de Marlon, Williams e Matheus Pereira, terem sido pendurados numa ponte.
«A equipa entende e acata as reclamações e críticas, mas que estas permaneçam no âmbito desportivo e nunca sejam ataques, ameaças ou ofensas», reagiu o emblema de Belo Horizonte num comunicado publicado nas redes sociais.
A eliminação, no sábado, nas meias-finais do campeonato mineiro, após derrota com o América no desempate por penáltis, despoletou a ira nos adeptos da raposa, que, durante a madrugada, penduraram os tais três bonecos sem cabeça numa ponte.
Os alvos dos adeptos, foram Marlon e William, os dois jogadores que falharam os penáltis frente ao América, além de Matheus Pereira, antigo jogador do Sporting, que, recentemente, assumiu o desejo de regressar à Europa e de se transferir para os russos do Zenit.
De igual modo, o Cruzeiro condenou os ataques dos seus adeptos do guarda-redes adversário, Matheus Mendes, também insultado e ameaçado nas redes sociais.
«Episódios como estes apenas expõem o quanto precisamos evoluir como sociedade», disse o clube, que acionou forças de segurança privada para proteger os seus futebolistas.
O Cruzeiro repudia veementemente e lamenta episódios de ataque às vidas de alguns de seus atletas, ocorridos na última noite. O clube acionou as forças de segurança para que todas as providências sejam tomadas a respeito desse assunto.
— Cruzeiro 🦊 (@Cruzeiro) February 24, 2025
O Cruzeiro condena também os atos de… pic.twitter.com/JvHBXZKNfE