Na origem do castigo agora revogado estava o relatório do árbitro do jogo com o Rio Maior, que fazia referência a um atraso de dez minutos no início da partida. A Naval tinha ganho esse jogo 8-0, qualificando-se para a segunda fase da prova.

O CJ entendeu que não o atraso de dois minutos na apresentação da equipa não pode ser considerado voluntário, nem tão pouco os dez minutos de atraso com que se iniciou a partida. «Não ficou provado que por parte dos jogadores e dirigentes da Naval presentes tenha havido a intenção o propósito de atrasar a hora do início do jogo», pode ler-se no acórdão, divulgado pela agência Lusa.

O referido atraso ficou a dever-se ao visionamento de um vídeo destinado a motivar os jogadores.