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A primeira conclusão é que Ronaldo esteve mais participativo na primeira do que na segunda parte (24 intervenções contra 21; quatro remates vs. dois), embora o seu pontapé mais perigoso tenha surgido, curiosamente, na etapa complementar.

Ao contrário do que lhe é habitual, desta vez Cristiano Ronaldo teve um menor raio de acção e passou grande parte do tempo encostado ao flanco direito. Talvez por isso, não lhe tenhamos visto os movimentos de ruptura que tanto gosta de fazer junto às linhas contrárias. Na primeira parte ainda fez três, na segunda não teve nem um para amostra.

O número de bolas recuperadas pelo avançado é que acaba por surpreender: dois em cada parte, quatro no total, um registo interessante para alguém que normalmente só corre em acções atacantes. No número de passes, uma marca quase imaculada: 21 certos e somente dois errados.

RONALDO NO PORTUGAL-SUÉCIA:

Intervenções: 45 no total (24 na primeira parte, 21 na segunda)

Remates: 6 no total (4 na primeira parte, 2 na segunda, 1 com perigo)

Movimentos de ruptura: 3 (todos na primeira parte)

Passes de ruptura: 1 (na primeira parte)

Passes certos: 21 no total (12 na primeira parte, 9 na segunda)

Passes errados: 2 no total (ambos na primeira parte)

Perdas de bola: 5 no total (3 na primeira parte, 2 na segunda)

Faltas sofridas: 2 no total (1 na primeira parte, 1 na segunda)

Faltas cometidas: 1 (na primeira parte)

Recuperações de bola 4 no total (2 na primeira parte, 2 na segunda)

Foras-de-jogo: 0

Assistências para golo: 0

Golos: 0