A proposta de regulamento eleitoral da Direção do Benfica para as eleições de 25 de outubro foi rejeitada pelos sócios encarnados, com 69,86 por cento dos votos contra. O presidente da Mesa da Assembleia Geral, Pereira da Costa, tinha alertado que não aceitaria outras propostas alternativas.
José Pereira da Costa, presidente da Messa da Assembleia Geral, revelou que a inexistência de voto eletrónico obriga à maior operação logística de sempre nas eleições do Benfica e estas vão custar entre 2,5 e 3 milhões de euros. Este valor pode aumentar se houver segunda volta.
Já há data para uma possível segunda mão das eleições do Benfica, se forem necessárias. Será a 8 de novembro, anunciou a Mesa de Assembleia Geral do clube.
Antigo presidente e candidato às próximas eleições já abandonou a Assembleia-Geral do clube, antes da votação do relatório eleitoral.
Os associados do Benfica chumbaram o Relatório e Contas do Benfica, naquilo que foi um cartão vermelho mostrado à atual direção de Rui Costa. Os sócios votaram 36,51 por cento a favor do relatório e 63,49 contra.
O presidente voltou a falar no fim das intervenções, mas refugiou-se muito nas conquistas da formação, destacando que em 12 campeonatos da formação desde que é presidente ganhou oito e que ao longo do mandato dele, 31 jogadores da formação jogaram na equipa principal, sendo que 23 deles se estrearam-
Candidato disse, com ironia, que «com este tempo de espera, permitiu-se que a democracia voltasse ao Benfica». Mais a sério, adiantou que «Rui Costa não pode continuar a usar os meios oficiais do clube para se promover».
Candidato diz que «o que se pretende aqui é debate, não é combate» e que «o Benfica não pode ter candidatos que não queiram debater». «O que se passou aqui da força aos nossos rivais», adiantou.
Antigo presidente falou apenas durante dois ou três minutos, disse que o Benfica está num período difícil e o que se passou hoje no Pavilhão da Luz não reflete o que é o Benfica- Quado acabou, voltou a ouvir assobios.
Tal como aconteceu com a Assembleia-Geral da manhã, Rui Costa abre os trabalhos com um discurso.
Os associados já entraram no Pavilhão da Luz e foi informado que a Assembleia Geral Extraordinária, para votação do regulamento eleitoral, começa dentro de três minutos.
Assembleia Geral não começará tão cedo. Há muitos associados à espera para entrar.
Luís Filipe Vieira já está na fila para voltar a entrar no Pavilhão número 2 da Luz, onde serão retomados os trabalhos com a Assembleia Geral Extraordinária.
João Noronha Lopes, candidato à presidência do Benfica, criticou os acontecimentos na Assembleia Geral deste sábado, que teve de mesmo de ser interrompida devido a protestos aquando da tentativa de Luís Filipe Vieira discursar.
«Isto nunca aconteceu na história centenária do Benfica. Impedir um sócio de falar só foi possível porque um grupo radical tomou, há muito tempo, conta destas assembleias. Estamos a aplicar no Benfica os discursos de ódio que criticamos nos nossos rivais. Os autores morais deste episódio, não dignificam o cartão com que entraram nesta assembleia, nem representam a unidade do Benfica. Os sócios saberão julgar em urnas», referiu Bruno Batista, diretor de campanha de Luís Filipe Vieira.
Luís Filipe Vieira, candidato à presidência do Benfica, foi impedido de falar durante a Assembleia Geral deste sábado. Cá fora, em declarações aos jornalistas, o antigo líder dos encarnados confessou que foi «agredido verbalmente».
As eleições à presidência do Benfica estão marcadas para dia 25 de outubro.
«Isto já vem do passado. Tem a ver com um grupo no qual está o Benítez, está o Manteigas e outros, e que acordaram entre eles sair da sala quando eu fosse falar. Mas vamos falar, calma. Eles têm de ouvir. Isto tem de haver regras. Tenho sempre condições para falar e eles têm de ouvir», referiu Luís Filipe Vieira.
A Assembleia-Geral extraordinária foi vai começar mais tarde, depois dos problemas na primeira AG. Segundo a Mesa, a reunião magna para votação do regulamento eleitoral só começará a partir das 13.30 ou 14 horas.
Muita confusão entre associados levaram à suspensão da AG. Veja as imagens:
Quando Luís Filipe Vieira subiu ao palco para discursar, a reação dos sócios foi esta: começaram a abandonar o pavilhão.
A Assembleia-Geral foi suspensa depois dos ânimos exaltados provocados com a tentativa de intervenção de Vieira.
Momento muito tenso no Pavilhão Nº2 da Luz. Após João Diogo Manteigas terminar a respetiva intervenção, sobe ao palco Luís Filipe Vieira que tenta também discursar. O antigo presidente é no entanto recebido com um enorme coro de assobios e com gritos de «o Benfica é nosso e há-de ser». Rui Costa tenta acalmar os ânimos.
O candidato à presidência critica o president da Mesa de Assembleia Geral por ter cortado a palavra a um associado que disse, durante o discurso que fazia, que era «criminoso» reeleger Rui Costa. João Diogo Manteigas é muito aplaudido por estas palavras.