Deco, jogador da Selecção Nacional, em entrevista à TVI24, garante que tudo vai fazer para alinhar frente à Suécia, embora tenha alguns problemas físicos:

«Ainda não falei com os médicos da selecção. Falei por telefone, mas não pessoalmente. Vou fazer tudo para jogar, até por ser um jogo muito importante.»

«Estou melhor, mas é uma lesão muscular e nunca podemos dizer que estamos a cem por cento. Só nos treinos é que posso ter maior noção.Vou ser avaliado, e depois, conforme evoluir ao longo da semana. Se tiver dificuldades nos treinos vai ser complicado, mas estou optimista.

[sobre as contas do apuramento] «A nossa posição não condiz com aquilo que temos feito. O jogo com a Albânia não foi tão bom, mas nos outros jogos tivemos bem. Acredito que vamos vencer. Sabemos a importância deste jogo.»

«Sem dúvida que, se não ganharmos este jogo, as contas ficam mais complicadas. É um adversário directo. Ganharíamos vantagem sobre eles e somaríamos três pontos. As contas iam continuar difíceis mas as hipóteses seriam melhores.»

«Não basta acreditar. Temos de trabalhar, preparar bem o jogo e tentar fazer as coisas bem. Confiança não falta.»

«Com a Dinamarca tivemos o jogo praticamente controlado. Perdemos o jogo de forma algo inexplicável. Não vale a pena falar do que esta mal. Temos consciência de que temos de melhorar. Agora é trabalhar para não repetir os erros.»

[sobre o Chelsea] «Não tem sido fácil, pelas lesões. Comecei bem a temporada, mas depois tive uma lesão que se arrastou por vários meses, e nunca consegui estar a cem por cento. Não consegui estar ao meu nível e ser consistente, como tinha sido quase todas as épocas. Quando voltei, tive uma nova lesão. Faltam dois meses para o final da época e espero estar em condições de jogar o que falta.»

«Sinto-me bem no Chelsea. É um clube fantástico, uma grande equipa. Quando estive bem acabei sempre por jogar. Tivemos momentos difíceis, com a saída do Scolari. Agora as coisas estão aparentemente melhores, mas só no final da época temos de fazer o balanço.»

«É natural que o ambiente não seja melhor, quando os resultados não são os desejados. Quando entra um novo treinador há sempre uma euforia inicial, que depois é preciso manter.»

«[a saída de Scolari] Psicologicamente não afectou. Fui para o Chelsea por influência dele. A saída acabou por ser uma surpresa, mas quem anda no futebol sabe que estas coisas acontecem, nomeadamente num clube com a pressão que o Chelsea tem. É um grande treinador, com quem tenho uma boa relação. Fico triste por ele, mas a vida continua. Tenho contrato com o Chelsea.»

[sobre os rumores de uma saída no final da época] «Nunca se sabe. Quando as coisas não estão bem, fala-se sempre em mudança. Não me preocupo com isso. Tenho contrato e pretendo cumprir. Não é o momento para se falar em mudança.»