«Foi um susto enorme, podia ter sido trágico. Tive um episódio e após exames descobri que tenho uma arritmia cardíaca. Vi-me obrigado a terminar a carreira logo aí, com 31 anos, mas encaro isso de forma positiva, serviu-me de aviso e consegui seguir em frente. Hoje em dia levo uma vida normal, embora com alguns cuidados.»



«Ainda tentei algumas coisas no futebol mas não deu certo. Estive quase dois anos sem encontrar algo fixo e por isso fico satisfeito com a posição que tenho hoje. Já se sabe como são as coisas no mundo do futebol, as supostas amizades que ficam para trás, mas faz parte da vida.»



«Este é um mundo completamente diferente, um dia a dia cansativo mas gratificante. Trabalho em Lisboa, na zona Centro/Oeste e em toda a zona Sul. Estou como efetivo na Jerónimo Martins, uma empresa que me tem tratado muito bem, e procuro desenvolver o meu trabalho da melhor forma, tendo sempre em atenção o contacto com o cliente.»



«Represento cerca de 25 marcas de produtos perecíveis e de mercearia, como chocolates, cereais, etc. Nesta época festiva há uma grande aposta em chocolates, como é óbvio, onde represento marcas como a Lindt.»







«A minha carreira podia ter sido diferente, claro. Saí do Brasil muito novo e nunca tive uma verdadeira oportunidade. Era difícil entrar no plantel do FC Porto porque nesta altura a equipa ganhava tudo e tinha um grupo muito forte.»



Maisfutebol ligada a um acerto de contas entre o Benfica e o irmão Mário

«Tive grandes momentos no Leça e também no Penafiel. Quando cheguei ao Benfica, penso que o plantel já estava definido, fiz parte da pré-época mas acho que a decisão de empréstimo ao Alverca já estava tomada.»