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Suíça: as jogadoras

1
GAËLLE THALMANN (getty)

GAËLLE THALMANN

Data de Nascimento: 18.01.1985

Posição: Guarda-redes

Clube: Betis (Espanha)

Apelidada de «Gaga», Thalmann é das poucas jogadoras da seleção provenientes da zona suíça em que se fala predominantemente francês, uma vez que cresceu em Bulle (Friburgo).

Thalmann já representou 16 clubes de quatro países, incluindo Grasshoppers, Basileia e Servette, da Suíça. Atualmente no Betis, também trabalha em part-time na federação suíça, a liderar um projeto que pretende incentivar mais raparigas a jogar futebol.

Em 2014 sofreu uma lesão do ligamento cruzado, mas fez uma recuperação sensacional para marcar presença no Mundial 2015. «Fazia quatro horas de trabalho de recuperação durante o dia, e depois mais um pouco à noite», explicou.

2
JULIA STIERLI (getty)

JULIA STIERLI

Data de Nascimento: 03.04.1997

Posição: Lateral esquerdo

Clube: FC Zurique

Começou como avançada, mas tornou-se uma das melhores defesas do país. Jogadora do Zurique desde 2014, tem colecionado inúmeros troféus e tem ignorado diversas propostas do estrangeiro, também para colocar o foco na vertente educativa, para além da carreira de jogadora.

Estudante de Fisioterapia, já falhou um jogo da Suíça por causa disso, mas tal não parece ser um problema para o selecionador, Nils Nielsen, que continua a contar com a jogadora de 25 anos.

3
LARA MARTI (getty)

LARA MARTI

Data de Nascimento: 21.09.1999

Posição: Lateral esquerdo

Clube: Bayer Leverkusen (Alemanha)

Natural de Basileia, começou a jogar ainda muito nova, por influência do irmão. Cedo assinou pelo FC Basileia, e aos 16 anos já jogava no principal escalão do futebol suíço. Desde 2020 que está a viver o sonho de ser profissional de futebol, dado que foi jogar para o Bayer Leverkusen, da Liga alemã.

Para além disso trabalha para o departamento comercial do clube, em regime de part-time, e olha para a americana Alex Morgan, duas vezes campeã do mundo, como um exemplo a seguir.

4
RACHEL RINAST (GETTY)

RACHEL RINAST

Data de Nascimento. 02.06.1991

Posição: Lateral esquerdo 

Clube: Colónia (Alemanha)

Haverá algo que ela não faça? Para além da carreira de jogadora, está envolvida em vários projetos sociais, e é também cantora profissional. Presença habitual na televisão, cantou o hino suíço para o Europeu de 2017. Natural de Colónia (Alemanha), foi quase por acaso que integrou a seleção suíça por ocasião do Mundial 2015, ao referir ao empresário que tinha passaporte suíço, pela ligação familiar materna.

5
NOELLE MARITZ (GETTY)

NOELLE MARITZ

Data de Nascimento: 23.12.1995

Posição: Lateral direito

Clube: Arsenal (Inglaterra)

Uma das figuras incontornáveis da seleção suíça, a jogar a um nível alto há muito tempo. Nascida nos Estados Unidos, e com passaporte americano, foi viver para a Suíça quando tinha 10 anos. Não precisou de muito tempo para dar nas vistas, e chegou ao Zurique em 2011, proveniente do FC Wil.

Tinha apenas 17 anos quando foi contratada pelo Wolfsburgo, um dos emblemas mais fortes a nível europeu, pelo qual conquistou uma Liga dos Campeões e cinco títulos da Bundesliga. Em 2020 foi jogar para o Arsenal.

6
GERALDINE REUTELER (getty)

GERALDINE REUTELER

Data de Nascimento: 21.04.1999

Posição: Extremo / Avançada

Clube: Eintracht Frankfurt (Alemanha)

Nasceu na zona central da Suíça e começou a jogar pelo Lucerna, aos 14 anos. Estreou-se na Liga suíça aos 15 anos, e durante os quatro anos seguintes consolidou a sua influência na equipa. Após tirar a licenciatura mudou-se para a Alemanha, ao assinar pelo Eintracht Frankfurt em 2018.

No Europeu de 2017 era a jogadora mais jovem da seleção suíça, e desde então tornou-se uma opção regular da equipa. Aos 23 anos já tem mais de 40 internacionalizações.

Em 2021 sofreu uma lesão no ligamento cruzado do joelho, mas voltou 349 dias depois, a dizer que se sentia como se não se tivesse ausentado.

7
RIOLA XHEMAILI (GETTY)

RIOLA XHEMAILI

Data de Nascimento: 05.03.2003

Posição: Médio

Clube: SC Friburgo (Alemanha)

Era ainda muito jovem quando recebeu um convite para o centro de performance da federação suíça, em Biel, mas decidiu ficar em casa e jogar com rapazes, em Solothurn. Valeu a pena. Depois integrou as camadas jovens do Basileia, onde jogou com o irmão gémeo, Rion, que está agora na equipa de sub-21 do clube.

Riola foi promovida à equipa principal do Basileia em 2018, e impressionou de tal forma que foi chamada para a seleção em 2020, e assinou pelo Friburgo um ano depois.

Embora seja uma das jogadoras mais jovens da seleção, encontrou um grupo muito acolhedor: «A idade não tem relevância no grupo. Juntam-se à mesa jogadoras de idades diferentes», referiu.

8
SANDY MAENDLY (GETTY)

SANDY MAENDLY

Data de Nascimento: 04.04.1988

Posição: Médio

Clube: Servette

Este Campeonato da Europa será o último capítulo de Maendly na seleção suíça, uma vez que já garantiu que não disputará o Mundial de 2023. Mas este Europeu será também o primeiro grande torneio em que participa, o que é surpreendente, tendo em conta o talento que possui.

Em 2015 teve um desentendimento com a selecionadora da época, Martina Voss Tecklenburg, e falhou o Mundial, embora estivesse fisicamente recuperada de uma lesão no ligamento cruzado. Acabou por ficar de fora também do Euro 2017, mas voltou às opções com o atual selecionador, Nils Nielsen.

9
ANA-MARIA CRNOGORCEVIC (getty)

ANA-MARIA CRNOGORCEVIC

Data de Nascimento: 03.10.1990

Posição: Avançada

Clube: FC Barcelona (Espanha)

Natural de Thun, mas com raízes croatas, tem sido uma das figuras da seleção ao longo dos últimos anos, e com passagens por clubes de Alemanha, Estados Unidos e Espanha. Venceu duas vezes a Liga dos Campeões, primeiro ao serviço do Eintracht Frankfurt, e depois com o Barcelona, clube atual.  

Recordista de golos da seleção suíça, prepara-se para bater também o máximo de internacionalizações, que pertence a Lara Dickenmann.

É apaixonada por motos, mas o contrato com o Barcelona impede-a de andar.

10
RAMONA BACHMANN (getty)

RAMONA BACHMANN

Data de Nascimento: 25.12.1990

Posição: Avançada

Clube: Paris Saint-Germain (França)

Indiscutivelmente, a mais talentosa jogadora suíça de sempre. «Pode fazer a diferença perante qualquer adversário», diz o selecionador, Nils Nielsen, um fã assumido, pouco depois de lhe ter dado o estatuto de sub-capitã.

Com apenas 16 anos rumou ao norte da Suécia, para jogar no Umea IK. «Nunca tive saudades de casa. O clube tomou muito bem conta de mim», disse. Joga na seleção há 15 anos e conquistou títulos na Suécia, Inglaterra, Alemanha e França.

Atualmente a jogar no PSG, teve uma relação com Alisha Lehmann, colega de seleção.

11
COUMBA SOW (getty)

COUMBA SOW

Data de Nascimento: 27.08.1994

Posição: Médio

Clube: Paris FC (França)

Filha de pai senegalês e mãe neerlandesa, começou a jogar aos doze anos, no SV Höngg. Dois anos depois foi recrutada pelo FC Zurique, clube pelo qual conquistou dois títulos (2013 e 2014) enquanto estudava. Aos 18 anos conclui os estudos, arruma as malas e segue para os Estados Unidos. «Queria viajar, experimentar um novo país, conhecer outras culturas», justificou.

Os Estados Unidos revelaram-se uma boa opção, pois Coumba não queria desistir do futebol. Continuou a jogar na universidade, e quatro anos depois voltou para o Zurique.

Começou a jogar futebol com o primo Djibril, internacional suíço do Eintracht Frankfurt. «O meu pai não queria que eu jogasse com rapazes. Tinha medo que me magoasse», recorda.

12
LIVIA PENG (getty)

LIVIA PENG

Data de Nascimento: 14.03.2002

Posição: Guarda-redes

Clube: FC Zurique

Recebeu as primeiras luvas aos oito anos, pelo Natal, e pode dizer-se que nunca mais as tirou. A miúda de Chur é a futura n.º 1 da Suíça. Aos 17 anos já tinha assinado pelo Zurique.

«Sou muito focada, obstinada e empenhada em atingir o objetivo. Se não fosse assim, provavelmente ainda estaria em Graubünden», diz a própria, no seu site.

Teve uma estreia de fogo pela seleção, frente a Bélgica, num jogo decisivo da fase de apuramento para o Europeu. Thalmann estava indisponível, devido à covid-19, e Peng assumiu a titularidade.

Prepara-se para concluir o secundário este ano, e depois quer tornar-se profissional de futebol, preferencialmente no estrangeiro.

13
LIA WÄLTI (getty)

LIA WÄLTI

Data de Nascimento: 19.04.1993

Posição: Médio

Clube: Arsenal (Inglaterra)

A jogadora de 29 anos marca o ritmo na sala de máquinas do meio-campo suíço, e é também uma extensão do treinador em campo. «A Lia entende o futebol incrivelmente bem. Ela certifica-se de que as minhas ideias são implementadas. É a melhor capitã que tive», diz Nils Nielsen.

Nasceu em Langnau in Emmental, terra de hóquei no gelo, e a família costuma disputar jogos no jardim. A mãe foi professora de dança do ventre, mas Lia escolheu cedo o futebol, até porque o pai treinou a equipa feminina local.

Em 2009 foi recrutada pelo Young Boys e jogou um ano com rapazes, nos sub-16. Aos 17 anos começou a jogar na equipa principal feminina do emblema de Berna, e um ano depois já era capitã de equipa e campeã suíça. Nos últimos quatro anos vestiu a camisola do Arsenal, e sagrou-se campeã inglês em 2019.

14
RAHEL KIWIC (GETTY)

RAHEL KIWIC

Data de Nascimento: 05.01.1991

Posição: Defesa Central

Clube: FC Zurique

Jogou seis anos na Alemanha (Duisburgo e Turbine Potsdam), mas em 2020 voltou à Suíça e ao Zurique, onde já tinha colecionado vários títulos. Referiu que o futebol feminino tinha evoluído significativamente na Suíça, mas deixou claro que «ainda existe muito espaço para crescer».

Ganhou o “bichinho” do futebol com os irmãos e primos, mas é uma das poucas jogadoras da seleção que nunca jogou com rapazes.

Em tempos estudou Direito e Jornalismo, mas agora trabalha na «Athletes Network», uma rede que ajuda atletas no pós-carreira.

15
LUANA BÜHLER (getty)

LUANA BÜHLER

Data de Nascimento: 28.04.1996

Posição: Lateral direita

Clube: Hoffenheim (Alemanha)

Discretamente, tornou-se um pilar da defensiva suíça. Jogou no Lucerna e no Zurique antes de se mudar para a Alemanha, mas as lesões nos joelhos atravessaram-se sempre no caminho. Sofreu lesões nos ligamentos cruzados de ambos os joelhos, assim como nos meniscos.

Curiosamente, a pausa nas competições motivada pela pandemia de covid-19 pode ter sido fundamental para salvar a carreira. Trabalhou arduamente para voltar, e tem impressionado desde então no Hoffenheim e na seleção suíça.

Tem quatro irmãos, e diz que isso a ensinou a lutar por aquilo em que acredita.

16
SANDRINE MAURON (GETTY)

SANDRINE MAURON

Data de Nascimento: 19.12.1996

Posição: Médio

Clube: Eintracht Frankfurt (Alemanha)

Cresceu na pequena localidade de Valeyres (Vaud), e chegou à Liga alemã. Embora não seja sempre titular, revela-se muitas vezes útil a partir do banco. Jogou cinco anos no Zurique, mas em 2019 mudou-se para o FFC Frankfurt, e fez parte da equipa que integrou o Eintracht um ano depois. Suplente não utilizada no Euro 2017, espera causar impacto em Inglaterra.

Na memória ainda estão os primeiros jogos, com seis anos, no FC Grandson-Tuileries: «Os calções eram tão grandes que tive de enrolá-los duas ou três vezes», recordou.

17
SVENJA FÖLMLI (GETTY)

SVENJA FÖLMLI

Data de Nascimento: 19.08.2002

Posição: Avançada

Clube: SC Friburgo (Alemanha)

Indiscutivelmente o maior talento do ataque suíço. Seguiu os passos dos irmãos mais velhos, e aos 10 anos já era bastante evidente que queria tornar-se futebolista profissional. Saiu do centro de performance de Biel para o Lucerna, do principal escalão. «É a primeira a chegar para treinar e a última a sair. Para mim isso é brilhante. Ela sabe que tem muita margem para evoluir, e está a trabalhar nisso», disse o treinador de então, Glenn Meier.

Fez a estreia na seleção aos 17 anos, e espera que o Europeu seja o seu espaço de afirmação.

18
VIOLA CALLIGARIS (getty)

VIOLA CALLIGARIS

Data de Nascimento: 17.03.1996

Posição: Defesa Central

Clube: Levante (Espanha)

Com nacionalidade suíça e italiana, a rapariga de Sarnen jogou com rapazes até aos 15 anos, no SC Emmen United, e ficou em segundo lugar na Liga Coca-Cola.

Começou como avançada, depois recuou para o meio-campo, e agora joga na defesa. Após quatro épocas no Young Boys decidiu ir jogar para Espanha, em 2017, e desde então representou Atlético Madrid, Valência e Levante. De regresso à competição após uma longa paragem por lesão, Viola não esconde o desejo de jogar em Itália, no futuro: «O meu avô ia adorar ver-me com a camisola da Juventus, um dia.»

19
ESEOSA AIGBOGUN (getty)

ESEOSA AIGBOGUN

Data de Nascimento: 23.05.1995

Posição: Lateral

Clube: Paris FC (França)

Costumava jogar na frente de ataque, e conquistou um lugar na história quando marcou o primeiro golo da Suíça em Campeonatos do Mundo, frente ao Equador, na edição de 2015, disputada no Canadá.

Tudo podia ter sido diferente, no entanto, se tivesse aceitado o convite para jogar pela Nigéria. Os pais trocaram África pela Suíça, mas depois divorciaram-se quando Eseosa era jovem, e entretanto voltaram a casar. Aigbogun tem duas irmãs, dois irmãos e dois meios-irmãos.

No Paris FC desde 2018, é agora uma moderna lateral, que pode fazer todo o corredor.

20
Fabienne Humm (getty)

FABIENNE HUMM

Data de Nascimento: 20.12.1986

Posição: Avançada

Clube: FC Zurique

Presença habitual e de longa data na seleção suíça, com participação no Mundial 2015 e no Euro 2017. Há sete anos fez mesmo história, no Canadá, ao assinar o hat trick mais rápido da história dos Mundiais, em apenas 274 segundos, frente ao Equador. Retirou-se da seleção em 2017, mas regressou dois anos depois, convencida pelo selecionador, Nil Nielsen.

Apesar das inúmeras ofertas que foi recebendo, nunca quis deixar o FC Zurique ou sequer abraçar o estatuto de profissional. Mesmo com os golos e títulos que ia somando, trabalhou sempre em part-time.

21
SERAINA FRIEDLI (getty)

SERAINA FRIEDLI

Data de Nascimento: 20.03.1993

Posição: Guarda-redes

Clube: FC Aarau

Cresceu na região de Engadina, onde os jovens tendem a tornar-se esquiadores ou snowboarders. Fredli seguiu outro caminho, no entanto, e o Zurique descobriu que havia uma guarda-redes incrivelmente talentosa em Graubünden, a jogar por clubes como o FC Lusitanos ou o FC Thusis Cazis.

«Fiquei nervosa ao assinar pelo Zurique, tendo em conta a qualidade das jogadoras que ia enfrentar. Mas aprendi a controlar o meu nervosismo, através de exercícios de respiração e meditação», explicou.

Fredli ganhou vários títulos nacionais com o Zurique, mas depois saiu para o Young Boys. Após uma passagem por Itália regressou à Suíça, para representar o FC Aarau.

Licenciada em Ciências do Desporto, tem um mestrado em Desportos de Elite.

22
NADINE RIESEN (GETTY)

NADINE RIESEN

Data de Nascimento: 11.04.2000

Posição: Defesa

Clube: FC Zurique

Chamada de última hora em substituição de Ella Touon, que se lesionou durante o estágio para o Europeu, Riesen pode jogar na defesa e no meio-campo e oferece a Nils Nielsen alternativa em ambos os sectores.

Estreou-se pela seleção em 2019, quando ainda jogava na segunda divisão pelo FC St.Gallen-Staad, tendo representado depois o Young Boys, antes de se transferir para o FC Zurique no verão passado. Com apenas duas internacionalizações no momento em que foi chamada à convocatória para o Euro 2022, ainda espera pela afirmação na seleção, mas teve uma boa época em 2021/22.

23
MERIAME TERCHOUN (getty)

MERIAME TERCHOUN

Data de Nascimento: 27.10.1995

Posição: Avançada

Clube: FC Zurique

Viveu muitos altos e baixos ao longo da carreira. Disputou o Europeu de 2017, mas sofreu várias lesões graves (deu cabo dos ligamentos cruzados dos joelhos em três ocasiões!), passou por uma depressão e esteve à beira de um “burn-out”. Em 2020 parecia que a carreira estava prestes a terminar, mas uma psicóloga ajudou-a a lidar com a depressão, e umas férias no calor serviram de remédio para evitar o “burn-out”. Regressou ao Zurique sobretudo para recuperar o prazer de jogar, e tem conseguido isso. Terchout também trabalha para o sindicato de jogadores da Suíça, assim como para a estação televisiva Blue, como assistente de produção.

 

Textos originais de Matthias Dubach e Michael Wegmann, que escrevem para o Blick.

 

 

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