Ao contrário do que parece crer o treinador, a equipa joga pouco. Não são só os erros inacreditáveis atrás. É também a dificuldade em manter-se organizada, pressionar e criar situações perigo que não resultem apenas do esforço ou talento de um ou dois jogadores.

Paulo Sérgio pode queixar-se de muita coisa e provavelmente terá razões para isso. Mas foi ele que aceitou este clube, esta equipa, estes jogadores, estas fragilidades. Se acha que pode fazer melhor, é legítimo. Mas é provável que esteja enganado. Se acha que chegou ao limite, o melhor para treinador e clube é sair. Quanto mais depressa melhor.

Aliás, a saída de Paulo Sérgio é inevitável. Pelo que a equipa joga e pelo momento eleitoral que o clube viverá em breve, é evidente que não será ele a começar 2011/12.