«De um jogador como ele (Ronaldo) nunca se pode dizer que está acabado. Pode não ter tido o seu melhor mês, mas estou certo que no final da temporada irá ter os números de sempre», assegurou o espanhol ex-Barcelona.

Depois de defender o capitão da seleção nacional, o tema seguinte a abordar foi a crise de resultados no Chelsea. Os «blues» já vão em sete derrotas esta temporada e a saída de José Mourinho está muitas vezes na ordem do dia.

Fábregas não hesitou e voltou a defender o seu treinador: «Não creio que vão voltar a atacar Mourinho. Ele confia em nós e nós confiamos nele e devemos sair deste mau momento entre todos. Talvez os jogadores que mais puxões de orelhas têm levado dele sejam o Hazard, Diego Costa e eu.»

Em Inglaterra surgiram também notícias de que Fábregas liderava um grupo dentro do plantel que queria a saída do treinador português. Na altura, o médio defendeu-se nas redes sociais e agora volta a fazê-lo: «Alguém inventou que era eu que fazia sair informações do balneário, não sei de onde saiu isso. Tenho dignidade e tive de me defender.»

«O nosso nível de jogo não corresponde aos resultados, mas estou certo de que vamos melhorar», afirmou aos microfones da rádio COPE.

O «Halloween» do Barcelona também não passou ao lado do médio. «Com Puyol e Xavi podia ser que não se sucedesse o Halloween. São gente jovem e eu entendo-os, ainda que não fosse o sítio adequado para o fazer quando o jogador do Getafe estava na conferência de imprensa. 

Eu conheço-os e sei que não o fizeram com má intenção», afirmou.

O Clássico entre o seu antigo clube e o Real Madrid está aí à porta e o médio desejou que Messi estivesse em campo nesse jogo e comentou que viu o Sevilha-Real Madrid e «gostou da exibição nos primeiros 35 minutos» dos merengues, «mas que na segunda parte a equipa recuou muito» e o Sevilha aproveitou.

E será que Cesc Fábregas encaixaria neste Real Madrid? O próprio responde assim: «Não sei, ainda que me sinta muito identificado com o perfil de jogo de Kroos, James ou Modric, estas coisas não têm de me perguntar a mim».

Cesc Fábregas chegou à 100ª internacionalização na última paragem para seleções e foi convidado a recordar o melhor momento pela  Roja, mas foi incapaz de nomear um: «Na final do Mundial tocamos o céu. O apito final daquele jogo foi o mais brutal que senti na minha vida. O Euro 2008 foi o torneio que mais desfrutei a jogar».

Quanto a Guardiola, não tem dúvidas que «experimentará na Premier League» e confessa ainda mais uma coisa: «O futebol do Real de Ancelotti, como adepto, atraía-me»