Hugo Oliveira disse, na sala de imprensa, que a expulsão condicionou a equipa. O treinador do Famalicão referiu que a equipa “entregou o jogo” e quase desistiu, o que contraria o ADN famalicense.

O que se passou hoje?

Acima de tudo acho que a expulsão ao condicionou. Até aquele momento o jogo doi muito tático e dividido. No momento da expulsão, o que aconteceu, houve um jogo que levou um caminho que não pode. Quase que entregámos o jogo e quase que desistimos. Esse não é o ADN deste grupo e temos de dar uma forte resposta. Só valeu três pontos, mas os adeptos que vieram cá, que estiveram connosco do início ao fim, e não mereciam isso. O Gil Vicente tem uma equipa competitiva e madura e soube aproveitar um ato infantil da nossa parte. Nas dificuldades temos de ser resilientes e é nos dias de tempestade que se mostra o valor. Essa não é a nossa forma de estar.

Acreditou que ainda era possível conquistar pontos com as substituições?

O jogo só acaba quando o árbitro apita para o final e eu acredito sempre. Tentámos dar mais energia à equipa, refrescar o meio-campo, mas mais do que uma questão tática, foi a prova de que a parte mental é muito importante. Podíamos ter marcado de bola para como o Gil Vicente marcou.