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Paulo Fonseca teve de fazer as escolhas para a fase de grupos, que envolve a eleição de 25 futebolistas para a Lista A. O FC Porto só pôde inscrever 21 futebolistas do plantel principal, porém.

Benfica pode inscrever 24 jogadores, Jesus tem de cortar quatro

No mínimo, um clube pode escolher 17, no máximo 25. A variação depende da quantidade de jogadores formados no clube e no país (máximo 4), independentemente da nacionalidade.

Um jogador considerado formado no clube tem de passar pelo menos três épocas completas (irrelevante se são consecutivas) nesse mesmo emblema entre os 15 e os 21 anos.

A regra para um jogador formado no país é basicamente a mesma: tem de ter três épocas completas, em Portugal, neste caso, e entre os 15 e os 21 anos. A Kelvin falta uma época, por exemplo.

As possíveis combinações para inscrever jogadores na Liga dos Campeões (pág. 86)

O extremo brasileiro e o médio ex-Estoril foram preteridos, tal como Sinan Bolat, guarda-redes turco que os dragões contrataram neste verão e que jogava no Standard Liège.

Os critérios para inscrever jogadores na UEFA são mais rígidos que a inscrição na liga portuguesa, mas contemplam a hipótese de registo de jogadores numa Lista B.

Nesta lista secundária, podem ser inscritos futebolistas nascidos a partir de 1 de janeiro de 1992 e que tenham jogado duas épocas consecutivas no respetivo clube, em qualquer período, desde os 15 anos.

O prazo para entregar as listas A terminou nesta segunda-feira, coincidente com o fecho do mercado, pelo que permanece a dúvida sobre se o Benfica inscreveu Siqueira, por exemplo.

O clube da Luz, repete-se, torna pública a lista nesta quarta.