Apesar da derrota com o Vitória de Guimarães na Taça da Liga (3-1), Francesco Farioli lembra que o FC Porto atravessa um momento de lesões no plantel e aponta que a equipa vai ficar mais folgada em termos de calendário. Na antevisão à visita ao Tondela, para o campeonato, o treinador dos dragões falou ainda da rotação do plantel.
Derrota com o V. Guimarães é para esquecer ou ser lembrada até ao final da época?
«Estávamos num momento particular, com muitas lesões, por isso, a gestão do plantel foi um fator-chave. Demos o nosso melhor para nos qualificarmos, mas não foi possível. Há sinais positivos. Mesmo com muitas mudanças mantivemos a identidade e a forma de jogar. Mas a realidade é que perdemos o jogo, com dois penáltis. Isto prova que não é fácil marcar-nos golos. Tivemos boas oportunidades, mas não as conseguimos capitalizar. Temos de retirar o melhor disso e teremos mais tempo para nos prepararmos melhor e treinar mais.»
Importância dos habituais titulares
«Acredito muito na “big picture” e na “small picture”. Ser treinador do FC Porto significa que em todos os jogos tens de ganhar. Não há dúvidas. Temos de ser claros na forma de gerir o plantel e cada jogador consoante o momento físico ou até pelos cartões. Coloquei um onze para vencer o jogo, mas com condicionantes. Por exemplo, não arriscamos com o Deniz Gül, porque recebemos a notícia da lesão longa do Luuk de Jong. O Deniz estava a 50 por cento e preferi esperar uns dias para o ter completamente apto. É algo racional e lógico. Até agora, com a rotação, todos têm demonstrado a atitude certa e temos de continuar assim se queremos colocar-nos à prova nas competições em que ainda estamos envolvidos.»