Ross Brawn, patrão da marca, divulgou um comunicado em que diz «respeitar o direito dos competidores a queixarem-se» por causa do material usado na Brawn, mas salienta que «a FIA, os responsáveis do Grande Prémio da Austrália e da Malásia e agora cinco juízes do Tribunal Internacional confirmaram que os carros respeitam as recomendações técnicas», esperando o fim da polémica.

A Brawn, que lidera actualmente o campeonato do mundo de construtores, com 25 pontos, foi uma das três equipas (junto com a Toyota e a Williams) alvo de protesto por parte das restantes escuderias antes do arranque da temporada, com o argumento de que os difusores eram ilegais.