Paulo Fonseca vai poder voltar ao balneário do Lyon, no jogo com o Angers, após seis meses e meio afastado. Esta oportunidade surge na sequência de uma suspensão de nove meses, aplicada após a expulsão no encontro frente ao Brest, a 2 de março, devido a um desentendimento com o árbitro Benoit Millot.

Apesar de não poder ocupar o banco de suplentes até 30 de novembro, o técnico poderá interagir diretamente com os jogadores antes do início da partida e durante o intervalo. Até agora, o treinador português tinha de acompanhar os jogos a partir das bancadas, sem possibilidade de qualquer contacto com a equipa.

«Assistir ao jogo na bancada não é problema. A principal preocupação é a ausência no balneário. O tempo entre o hotel, onde falo com os jogadores pela última vez, e o início de partida é muito longo. Gosto de observar o balneário antes do jogo e poder conversar individualmente sobre certos detalhes», explicou em conferência de imprensa de antevisão do duelo com o Angers.

Paulo Fonseca destaca ainda que «o mais importante neste regresso é o intervalo», durante o qual consegue orientar taticamente a equipa. O técnico considera que a ausência no balneário foi uma desvantagem em algumas partidas, nas quais os franceses não souberam reagir a ajustes dos adversários após o intervalo.

Até ao fim da suspensão, a equipa será orientada pelos adjuntos Paulo Ferreira e Jorge Maciel, e pelo coordenador desportivo Daniel Congré. O jogo de regresso de Paulo Fonseca deverá ser com o Lorient, a 7 de dezembro.

O Lyon recebe esta sexta-feira o Angers no jogo que abre a 5.ª jornada do campeonato francês.