O duelo de abertura da II Liga confirmou tudo o que se espera de mais uma edição da prova: golos, emoções fortes e incerteza no marcador até final. Em Paços de Ferreira, o Vizela começou a perder, mas deu a volta após o intervalo (2-1), somando três preciosos pontos.
Num jogo que contou com homenagens aos malogrados Jorge Costa, Diogo Jota e André Silva, todos com passado no Paços, o primeiro golo surgiu aos 25 minutos, apontado por Costinha, que adiantou os Castores.
Marafona, que já tinha brilhado antes do 1-0 quando parou um remate rasteiro de Thio, manteve a baliza do Paços de Ferreira a zeros com mais duas excelentes intervenções, ambas a remates de Manu Garrido, mas ao minuto 55 nada conseguiu fazer para evitar o golo de Bastunov.
O Vizela completou a reviravolta pouco depois, com um remate de longe de Thio, indefensável para o guarda-redes pacense.
Corajoso, o Paços de Ferreira foi à luta para tentar evitar o desaire e ficou muito perto de marcar aos 82 minutos, quando Lumungo se isolou perante o guardião vizelense, Antonio Gomís, mas permitiu a defesa do espanhol.
A reação pacense acabaria por esfriar após a expulsão de João Pinto, aos 86 minutos, quando viu o vermelho direto por ter travado um adversário quando este se isolava para a baliza de Marafona. O árbitro, Bruno Costa, contou com o auxílio do VAR para reverter o cartão amarelo inicialmente exibido.
A jornada inaugural da II Liga prossegue este sábado com os jogos Torreense-Sporting B (14:00) e Portimonense-Penafiel (18:00).