O objetivo é sanear as contas, informou esta sexta-feira a imobiliária Evergrande, acionista maioritária do pentacampeão chinês.

Em comunicado, a empresa explica que a entrada na bolsa visa «sustentar a capacidade financeira» do clube para expandir a sua «projeção internacional», numa estratégia, lê-se ainda, de «planificação a cinco anos de valorizar um clube de futebol de grande classe mundial».

Em 2014, o clube de Guangzhou, treinado pelo ex-selecionador de Portugal, registou perdas de 85 milhões de euros e no ano anterior o défice fixou-se nos 71 milhões, quebras relacionadas com o forte investimento na equipa de futebol. O Guangzhou Evergrande conta no plantel com seis jogadores brasileiros, entre eles Robinho, que passou por clubes como o Real Madrid, o Manchester City e o Milan.

Por seu turno, a Evergrande, que detém 60 por cento do capital do clube (os restantes 40 pertencem à ‘gigante’ do comércio eletrónico Alibaba), atravessa dificuldades financeiras devido à quebra do mercado imobiliário na China.