O Barcelona é o clube com o maior limite salarial da liga espanhola. O clube catalão pode gastar um total de 671,429 mil euros em salários com jogadores, pouco mais de 30 milhões que o teto do Real Madrid, de 641 milhões euros.

Os valores do atual campeão espanhol aumentaram em 38,529 mil euros em relação ao último ano, ao passo que os dos merengues subiram 74 milhões de euros. No terceiro lugar, surge o Atlético de Madrid, que já ocupava esse posto em 2018/2019.

O recém-promovido Maiorca é o clube que menos poderá gastar com vencimentos dos seus atletas: não chega aos 30 milhões euros. E utiliza-se o verbo poder, porque de facto os valores não implicam que os clubes gastem o dinheiro fixado na totalidade.

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A base para o teto salarial no futebol profissional de Espanha é subtrair, das receitas totais, todas as despesas que não estão relacionadas com a preparação do plantel principal do clube.

Nas receitas, inclui-se todo o dinheiro que o clube encaixe através de vendas de jogadores, patrocínios, receitas oriundas das prestações nas competições, publicidades e direitos televisivos. Por outro lado, consideram-se gastos tudo que seja investimento em compras de jogadores, amortizações ou comissões a gentes. O objetivo da liga espanhola é, desta forma, evitar gastos excessivos dos clubes.

Teto salarial na liga espanhola (em milhões de euros, ME):

Barcelona: 671,429 ME

Real Madrid: 641,049

Atlético Madrid: 348,500

Sevilha: 185,166

Valência: 170,673

Villarreal: 108,587

Athletic Bilbao: 103,183

Betis: 100,346

Real Sociedad: 81,135

Espanhol: 68,738

Celta de Vigo: 62,123

Getafe: 56,284

Levante: 54,604

Leganés: 52,082

Alavés: 49,771

Eibar: 47,123

Osasuna: 38,693

Granada: 35,461

Valladolid: 32,034

Maiorca: 29,968