Segundo um comunicado de Jaime Estévez, membro da comissão criada para investigar as contas da prova, o documento sobre os resultados da auditoria, elaborado pelo antigo procurador-geral do Chile, Ramiro Mendoza, recomenda que seja realizada uma auditoria forense.

Em causa está a atuação do comité organizador da Copa América e Jaime Estévez diz que «não houve uma gestão adequada dos recursos» por parte da organização.

A auditoria sugere ainda que seja investigada a contabilidade da Associação Nacional de Futebol Profissional durante a gestão do ex-presidente Sergio Jadue, que se entregou às autoridades norte-americanas, depois de admitir que recebeu subornos nos processos de atribuição dos direitos televisivos da mesma prova em questão mas do ano de 2023.