O Tribunal Arbitral do Desporto (TAS) concluiu que o antigo secretário-geral da FIFA, Jérôme Valcke, requisitou jatos particulares em nome da FIFA para proveito próprio.

O TAS referiu nesta terça-feira que Valcke «fez quatro viagens que não faziam parte da política de viagens da FIFA, já que o uso de jatos particulares não atendia aos requisitos de segurança ou redução de custos, e porque estava acompanhado por membros da sua família às custas da FIFA».

O antigo dirigente terá ainda tirado proveito da sua posição para ajudar o filho a conseguir contratos lucrativos.

 

Recorde-se que o Valcke tinha sido acusado de corrupção por estar envolvido na revenda de bilhetes para o Mundial de 2014, que se realizou no Brasil. A Comissão de Ética da FIFA suspendeu o francês por doze anos, mas entretanto a sentença foi reduzida para dez, após recurso junto do TAS.