A FIFA atribuiu a Donald Trump, presidente do Estados Unidos da América, o Prémio da Paz, distinção que criou este ano. A entrega do troféu, uma bola segurada por várias mãos em tons de dourado, aconteceu antes do sorteio da fase de grupos do Mundial 2026, que decorre em Washington.
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«É uma das maiores honras da minha vida», admitiu Trump, antes dar alguns exemplos que justificam a atribuição do prémio.
«Salvámos milhões e milhões de pessoas. O Congo é um exemplo disso. Mais de 10 milhões de pessoas morreram e outras tantas iriam morrer. Depois, temos a Índia, o Paquistão e tantas outras guerras que conseguimos acabar. E outras que terminámos antes mesmo de começarem. Conseguimos fazer isso», referiu o presidente dos Estados Unidos da América, ao lado do líder da FIFA, Gianni Infantino.
«Quero agradecer a todos. O mundo é mais seguro agora. Os Estados Unidos não estavam muito bem há um ano, mas agora posso dizer que somos o país mais na moda do mundo. Obrigado», concluiu Donald Trump.
O presidente norte-americano e os homónimos do Canadá e do México, Mark Carney e Claudia Sheinbaum Pardo, respetivamente, abriram o sorteio da fase de grupos do Mundial retirando as bolas relativas aos seus países.