Antonín Kinský saltou para as bocas do mundo pelos piores motivos. Esteve 17 minutos em campo na estreia na Champions, na goleada sofrida pelo Tottenham ante o Atlético Madrid, e 'ofereceu' dois desses golos.

Perante o sucedido e aparente desorientação do jogador checo, o treinador do Tottenham decidiu substituí-lo precocemente, para evitar males maiores. Vicario entrou e Kinský foi diretamente para o balneário.

Já depois do 5-2, Igor Tudor (que rejeitou falar sobre a sua continuidade) analisou o caso da seguinte forma:

«Depois de ver o que aconteceu, pô-lo de início foi uma decisão errada. Mas antes era a decisão certa. Era uma mudança de competição, era o momento certo. Infelizmente, o que aconteceu, aconteceu. Nunca mudei um guarda-redes após 20 minutos», lamentou à TNT Sports.

Questionado se já tinha falado com o jogador, Tudor foi evasivo. «Não precisamos de opinar. Não é o momento de falar muito. Foi um jogo estranho, muito estranho. Demos três golos a eles. Começamos bem, mas os problemas nos mataram em três situações. Muito, muito estranho. Muito incomum. Isso tirou a nossa confiança. Tivemos a oportunidade de fazer 4-2, mas sofremos um golo e ficou 5-1».

«Pedimos desculpas aos adeptos e a todos. É um momento difícil. Tudo parece correr mal. Pequenos erros, pagamos por eles. Tudo, inacreditável. Até esta situação no final, dois jogadores a colidirem [um deles João Palhinha]. Parecia que tudo estava contra nós», finalizou Tudor.