A condenação internacional sobre a ação de Israel na Faixa de Gaza não demove FIFA e UEFA da respetiva posição, ou seja, da manutenção de clubes e seleção nas provas internacionais.

Depois de semanas de tensão na Volta a Espanha em bicicleta, com protestos a encurtarem etapas e a visarem a equipa Israel, o L’Équipe avança que FIFA e UEFA optam pela «neutralidade política», desvalorizando os alertas dos especialistas independentes da ONU, que qualificam a situação como «genocídio».

Apesar dos rumores, o Comité Executivo da UEFA não agendou qualquer reunião para debater o futuro da seleção e clubes de Israel. Por isso, tanto o organismo europeu como a FIFA continuam a interpretar a invasão russa à Ucrânia, em fevereiro de 2022, como diferente.

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