A sua estratégia passava por compreender o adversário?

Não. A estratégia passava por controlar o jogo e aproveitar as características dos nossos jogadores. Estivemos mais perto de vencer este jogo. Quero deixar um abraço aos nossos adeptos. O Porto foi melhor. Jogámos contra uma equipa com excelentes jogadores, que acho que abdicaram do jogo porque viram que o Porto estava mais forte. O Porto atirou duas bolas ao poste e o melhor jogador foi o guarda-redes Leo Franco. Continuamos a não ter sorte neste estádio. O empate não é um resultado que gostamos, mas que hoje soube bem. O prémio hoje é para todos, mas mais para os que estão aqui há quatro anos e nunca chegaram aos quartos-de-final desta prova.»

Acredita que o F.C. Porto poderá fazer frente às equipas que por aí vêm?

«Acho que o Porto vai ter de continuar a trabalhar e de pensar na Naval. Vamos estar em três frentes e temos de recuperar rapidamente das lesões. Esta equipa é capaz de tudo! Mesmo enfrentar adversários com um estatuto muito grande. Foi um princípio atribulado, ninguém acreditava. Somos uma das oito melhores equipas da Europa.»

Disse que é difícil bater recordes neste clube. Sai com mais confiança?

«Não. O treinador está feliz porque conseguiu chegar a um momento importante. Não era uma questão pessoal, mas do Porto. Agrada-me, obviamente. Sinto-me tranquilo e sereno.»