O médio do São Paulo não tem tido muita sorte, porque não tem sido uma opção regular do técnico Ricardo Gomes, mas o atleta já brincou com a situação. «Tenho de dar de letra até ao final. O grupo é muito forte. Vou dar o máximo porque no banco estão jogadores habituados a jogar.»

Não é a primeira vez que Léo Lima usa o calcanhar para assistir os colegas. Em 2003, no jogo decisivo do Campeonato Carioca, o médio que na altura vestia a camisola do Vasco da Gama usou a técnica para criar o golo e Souza. Léo Lima explicou que o futsal contribuiu e muito para o desenvolvimento deste gesto: «Eu fazia muito isso no salão porque jogava como pivot na frente. Mas neste jogo foi um improviso. Já tinha resultado uma vez contra o Fluminense» relembrou o jogador, referindo-se ao tal jogo decisivo de 2003.

A concorrência a Léo Lima é forte. Marcelinho Paraíba, Hernanes, Cléber Santana e Jorge Wagner são os nomes com que o médio tem de se bater para ter um lugar na equipa de Ricardo Gomes. Isto porque no último jogo da Taça dos Libertadores disputado pelo São Paulo, Léo Lima não conseguiu um lugar nem no banco de suplentes. «Claro que não fiquei satisfeito, queria estar ali a ajudar. Mas sei que há outros com qualidade para jogar. Tive a minha oportunidade e aproveitei da melhor forma possível.»

Veja o passe: