Rui Borges, treinador do Sporting, em declarações na conferência de imprensa após a derrota com o Arsenal (1-0), na primeira mão dos «quartos» da Liga dos Campeões:
Regresso de Gyökeres a Alvalade
«Falei com ele e disse-lhe que estava feliz por ele, merece o reconhecimento de todos os sportinguistas. Ajudou-me imenso a ser campeão nacional, deu tudo enquanto esteve no Sporting. Marcou a história do clube e do campeonato.»
Calendário difícil nas próximas semanas...
«Não gosto de pensar muito à frente e é natural que se faça essa pergunta. Os desafios que aí vêm são de grau de exigência alto e de forma consecutiva. O meu problema agora chama-se Estrela da Amadora, tenho de ganhar e perceber a forma como o vamos fazer. Não gosto de pensar à frente. Temos tantos dias até ao Arsenal, até ao Benfica e até ao FC Porto. Muda tanta coisa de um dia para o outro e há muitas variáveis. Gosto mais de pensar no presente.»
Importância das bolas paradas no encontro
«É um momento muito específico, sendo que o Arsenal é uma equipa com poderio físico muito grande. Eram duas boas equipas em termos de bolas paradas. Antes do jogo ouvi alguém que destacava o sucesso do FC Porto nas bolas paradas. O Sporting está no «top-10» da Europa, em pontapés de canto, e em Portugal é o primeiro. Em termos defensivos somos muito competentes, tentámos ajustar um ou outro pormenor defensivo.»
Rui Borges fez apenas duas substituições...
«Fiz duas alterações porque achei que não tinha necessidade de fazer mais. Não achei que fossem as características necessárias para o momento em si, tínhamos médios, defesas e o Faye era o único que podia trazer alguma velocidade ao jogo. Acredito que íamos perder muito no confronto físico e tentei não mexer, preferi refrescar o ataque com o Nel. O Morita fez um grande jogo, estava a dar tranquilidade com bola, não fazia sentido tirar o Morita e meter o Zeno (Debast). Meti o Bragança para ter dois jogadores a controlar o jogo com bola.»