Rúben Amorim, treinador do Sporting, analisa o empate no Clássico com o FC Porto, em Alvalade (2-2):

[sobre a arbitragem] «Passa muito pela dualidade de critérios. Faço mea culpa, não devia ter dito o que disse, mas passa-se o mesmo todas as semanas, e antes ouvi de outro sítio. Mas aceito, não podemos falar assim com os árbitros. O que me irritou foi a dualidade de critérios, mas sempre a aprender e a crescer.»

[a arbitragem teve influência no resultado?] «Claro que teve influencia no resultado. Para mim é penálti. Temos azar com o VAR. Em Moreira de Cónegos, no ano assado, o Seba [Coates] é agarrado e não há nada. O jogador está no ar, tem o braço nas costas…vamos falar de intensidade? Para mim é penálti e teve influência no jogo, fiquei irritado na altura. Mas o jogo foi sempre nosso e os jogadores estão de parabéns.»

[sobre a expulsão e a necessidade de acompanhar a segunda parte da bancada] «Se nos lembrarmos, a primeira e única derrota da época foi quando voltei ao banco. Somos uma equipa técnica, eles estão preparados. É mais difícil ara mim do que ara eles, pois não consigo transmitir a mensagem, mas a equipa técnica sabe o que fazer, não teve influência.»