Figura: Costinha

Nem precisou de marcar para ser o melhor em campo. Além de ter criado as principais jogadas de perigo dos insulares, o médio esteve em destaque em três lances que marcam o jogo. Costinha recuperou a bola no início do lance do golo de Carlos Júnior, teve uma das melhores ocasiões do encontro e assistiu Morita para o golo do triunfo. Decisivo, portanto.

Momento do jogo: Morita no meio do nevoeiro minuto 89

Quando parecia que o jogo iria terminar empatado, Costinha viu, no meio do nevoeiro que pairava sobre os Arcos, encontrou Morita nas costas da defesa do Rio Ave. O estreante nipónico dominou a bola e bateu Kieszek. 


Outros destaques:

Gelson Dala: não marcou, mas foi, sem dúvida, o jogador mais perigoso dos vilacondenses durante a partida. O angolano praticamente criou sozinho o golo de Meshino ao fugir a Villanueva até ao remate que permitiu a recarga do colega. Na etapa complementar, Dala ficou perto de colocar o Rio Ave na frente, mas o remate saiu ligeiramente ao lado. 

Carlos Júnior: o brasileiro foi do mais ao menos. Ainda assim, Carlos Júnior destacou-se na primeira parte pela agressividade e inteligência com que explorou as costas de Coentrão. O lance do 1-0 é sintomático: ganhou posição ao lateral-esquerdo, sentou Aderllan e bateu Kieszek com classe. Perdeu fulgor com o decorrer dos minutos. 

Ronan: entrou para os minutos finais do encontro e teve duas ocasiões para resgatar o empate para o Rio Ave. Se na primeira o mérito é de Marco, na segunda pedia-se mais ao brasileiro que só atirou à figura do guarda-redes dos insulares.