A FIGURA: Zalazar
Móvel no ataque, o uruguaio foi o foco de maior tensão para a defesa azul e branca. Conseguiu, a espaços, impor a sua intensidade, sendo capaz de galgar metros em progressão com o esférico, desequilibrando a estrutura defensiva de Farioli. Apontou golo que deu vantagem ao Sp. Braga, ao bater Diogo Costa da marca dos onze metros. Prestação completa de Rodrigo Zalazar.
O MOMENTO: penálti transformado por Zalazar (54’)
António Nobre foi perentório a assinalar para a marca dos onze metros a sancionar o agarrão de Gabri Veiga a Niakaté. No frente a frente com Diogo Costa, o uruguaio não tremeu e enganou o guarda-redes internacional português. Bola para um lado, guarda-redes para o outro, com Zalar a colocar os guerreiros na frente. Foi, ainda assim, insuficiente.
OUTROS DESTAQUES
Grillitsch
Num jogo tático e muito pensado, o médio impôs-se como uma referência no epicentro do jogo arsenalista. O médio austríaco povoou o setor intermediário com critério, ocupando bem os espaços, tendo depois lucidez ao jogar simples quando teve o esférico.
Arrey-Mbi
O elemento da linha defensiva com mais discernimento, fugindo ao seu temperamento. Não acusou a pressão e foi o único dos três de trás que não foi exposto com cartão amarelo. Jogou prático a fechar pela esquerda.
Ricardo Horta
Figura incontornável do Sp. Braga, acabou por ser, co o é costume, um dos principais elementos da equipa montada por Carlos Vicens. Tentou articular o jogo, percorreu todo o terreno de jogo, mas não teve sucesso. Ainda assim, não entregou as armas.