Luís Pinto, treinador do Vitória de Guimarães, em declarações na sala de imprensa do Estádio D. Afonso Henriques, após o empate (1-1) frente ao Alverca. O técnico lamenta a «intranquilidade» da equipa, que deixou sempre a baliza «ameaçada».
Análise ao jogo
«Neste jogo era preciso fazer muita coisa a mais, exceto na segunda parte, até ao golo sofrido. Tudo o resto no nosso jogo foi pobre».
Má entrada
«Posso tentar arranjar justificações, mas a quantidade de perdas de bola sem oposição teve muita influência. A primeira oportunidade de golo que têm estávamos no meio de campo ofensivo e uma má receção dá uma oportunidade. O excesso de passes falhados teve influência, estávamos sempre muito vulneráveis, com a baliza ameaçada. Conseguimos melhorar, ser mais perigosos com mais asserto no passe. Não sei dizer a que se deveu essa intranquilidade, mas essas falhas não forçadas foi o que nos empurrou mais para trás».
Quebra física
«Associo mais ao momento em que sofremos o golo. Estava a ser o nosso melhor período, tem mais a ver com questões mentais. O asserto voltou a ser menor a disponibilidade parecia menor, mas nos primeiros minutos também não estivemos bem e não foi por cansaço. É mais mental. Vimo-nos na necessidade de assumir o jogo, não tivemos capacidade para o fazer. O Alverca no final tem muito mais domínio do que nós.
Contas para a Europa
«Temos que nos preocupar e focar no próximo jogo. Temos de ter a capacidade para entrar em qualquer jogo para conseguir os três pontos. Se andarmos a pensar mais além, hoje é o exemplo disso, os jogos são todos muito difíceis, irão exigir coisas que temos de dar respostas. Temos de estar focados no nosso dia a dia, trabalhar muito e bem durante a semana para nos podermos apresentar ao melhor nível».