Os responsáveis do Sporting responderam ao comunicado da Doyen Sports, fundo de investimento com participação em vários negócios do futebol português, que se pronunciou sobre o caso de Marcos Rojo, jogador leonino que está sob a alçada disciplinar do clube.

«Sem prejuízo da nulidade dos contratos celebrados com a Doyen, relacionados com os jogadores Marcos Rojo e Zakaria Labyad, a Sporting SAD vem comunicar que procedeu à resolução com justa causa dos respectivos contratos com a Doyen», aponta a nota do Sporting, explicando, através de vários pontos, o que levou a este desfecho e ainda o que se passou durante o processo que poderia conduzir a uma eventual transferência de Rojo.

Os leões explicam que admitiram «ao  agente do atleta a possibilidade da sua transferência em condições que fossem vantajosas para o Clube e que permitissem a manutenção de outros activos», mas apontam que « sempre foi referida a necessidade de total sigilo perante o jogador para não afectar o seu rendimento pois a sua saída não era garantida». 

«No dia 23 de julho foi comunicado ao mesmo [empresário de Rojo], a intenção do Sporting manter o atleta e que por isso deveria deixar imediatamente de estar no mercado», revelam os leões, prosseguindo: «Foi garantido ao Sporting que o mesmo seria feito e a sua vontade seria respeitada. Foi com estranheza que somente após este momento o Sporting começou a ser confrontado com a recepção de propostas pelo jogador. A partir desse momento, e contrariando o que ficou combinado, existiram várias reuniões com clubes realizadas pela Doyen a oferecer o nosso jogador Marcos Rojo.  No dia 02/08/2014 o Sporting recebeu por escrito uma proposta para a aquisição do jogador que foi liminarmente rejeitada em conformidade com o combinado com o seu agente.»

«Após a rejeição da sua proposta e do seu pedido de reunião», o clube interessado terá entendido «ainda assim aparecer de surpresa no Estádio José Alvalade, tendo sido recebido por cortesia por um elemento da Direcção do Sporting», informa o clube leonino, acusando a Doyen de participar «na referida reunião» de «forma dissimulada», já que fez crer «que era um representante desse mesmo clube e não o CEO da Doyen».

Leia aqui o comunicado na íntegra