Vasco Botelho da Costa, treinador do Moreirense, em declarações na sala de imprensa do Parque de Jogos Comendador Joaquim de Almeida Freitas, após o triunfo (1-0) frente ao Tondela. O técnico revela que jogar contra um bloco mais cerrado dá ferramentas para outros jogos.

Análise ao jogo

«Não foi um jogo brilhante, mas também não consigo dizer que tenha sido um jogo que não tenha sido conseguido. O Tondela mudou, teve mais gente a defender, e nós não temos experiência para sermos acutilantes a jogar dessa forma. Andámos à procura dos espaços. Na segunda parte corrigimos, foi um jogo exigente e difícil. Tenho de dar mérito ao nosso adversário, que não se expôs muito. Considero que foi um jogo importante para o nosso futuro, nos últimos minutos estivemos mais preocupados com o resultado do que com o nosso jogo, mas é um jogo que nos vai dar ferramentas para crescer no futuro».

27 pontos ao fim da primeira volta

«Dá alento para continuar, sinal que estamos a fazer coisas bem feitas, e estamos cada vez mais próximos do nosso primeiro objetivo. Atendendo a que há cinco grandes equipas, estamos à frente a uma delas e igual a outra, e as restantes lutam para não descer, penso que de nada serve se, a partir de agora, perdermos os jogos todos ainda vamos descer de divisão. Quinto lugar: fantástico, mas não pode impactar no dia a dia. Acabei de dizer que o jogo não foi brilhante e temos de trabalhar nele. Se dedico tempo a olhar para a classificação não dou tempo ao que devo, que é sermos melhores».

Schettine de saída?

«Não é algo que tenha grandes dados para avançar, está entregue à administração. Se olharmos ao nosso plantel e virmos os jogadores que jogam hoje e os que jogavam há cinco semanas atrás há muitas diferenças, o que significa que há muita qualidade. Estou satisfeito com o que fazemos, o Moreirense é um clube que o mercado é sempre importante, o nosso objetivo é a evolução da equipa».