César Peixoto, em declarações na conferência de imprensa, após a derrota por 2-1 do Gil Vicente frente ao Sporting:
[Rescaldo do encontro e alguma sorte do Sporting na forma como faz os dois golos?]
«Sporting teve alguma sorte em ambos os golos. Os timings de pressão foram bem feitos e não permitimos oportunidades claríssimas de golo ao Sporting, que é sempre difícil de contrariar. Soubemos retirar os espaços que procuravam e sinto que foi uma primeira parte bem conseguida da nossa parte. Com o passar do tempo, o Sporting ficou ansioso e acabei por ter de mexer na estrutura que estava organizada. Deixámos de ter capacidade de sermos fortes na primeira fase de pressão e o Sporting acabou por fazer dois golos sem criar grandes oportunidades. Parabéns ao Sporting pela vitória, mas faltou-nos uma pontinha de sorte para levarmos qualquer coisa de Alvalade.»
«O jogo teve muitas incidências, perdemos o Fujimoto logo no aquecimento e acabámos por ser obrigador a tirá-lo do jogo. Tivemos de mudar a estrutura e isso era algo que não queria fazer.»
[Como encontrou uma forma eficaz de travar o Gyökeres?]
«Eu tinha dito na conferência que teria de ser coletivamente e a verdade é que hoje não fez a diferença, felizmente. Teve a ver com os timings de pressão, o Sporting nunca conseguiu encontrar os espaços que queria. Sabíamos o que fazer, porque se existisse qualquer desorganização acabava por ser fatal, mantivemos a organização durante 90 minutos. Agora, a verdade é que tenho o balneário frustrado, porque fizemos um bom jogo, sofremos os golos da forma como sofremos e é completamente frustrante. Orgulhoso destes jogadores e do trabalho que temos feito.»