Rui Borges fala sobre a gestão que tem de fazer na zona central da defesa, agora com o regresso em pleno de Diomande, após o Ramadão. O técnico do Sporting espera um jogo difícil diante do Alverca, após o «esvaziar do balão» com a goleada sobre o Bodo/Glimt (5-0):

Gestão na zona central da defesa

«Se calhar é a posição mais difícil de gerir no Sporting, tenho quatro centrais fabulosos e todos eles merecem jogar. O Quaresma tem respondido bem e tem tido minutos, até deve ser comigo que tem mais minutos, o Diomande teve esta quebra pelo Ramadão e é natural que a energia não estivesse tão alta. É a posição mais difícil para mim porque tenho quatro centrais de qualidade.»

Regresso à Liga após goleada na Champions...

«Por todo o desgaste será uma tarefa difícil, o Alverca tem crescido neste ano de 2026 e será um jogo difícil. A parte mental também conta muito na recuperação da equipa. De forma geral, a importância do jogo, a intensidade, o peso psicológico de paixão e entrega ao jogo é grande. Por isso o desgaste foi enorme, o mais importante é recuperar e ligá-los ao jogo do Alverca.»

«Balão de oxigénio» no Bodo/Glimt e desgaste da equipa

«Felizmente não houve mais quedas. Não temos tido grande sorte, a lesão do Luis Guilherme foi no último momento do treino e foi sozinho. O desgaste é a coisa menos positiva do jogo, temos de lutar contra isso. O balão de oxigénio está lá em cima em termos de intensidade, de repente ganhámos e esvaziou o balão. É importante ganhar formas para ligar os jogadores e puxar a energia deles, que não será a mesma. Isso queria eu que dessem a mesma resposta, mas é impossível. A recuperação não será a mesma, mas temos de os ligar e puxar a energia para um patamar de exigência bom. Contra uma equipa que não perdeu em casa este ano, defende bem e é bem organizada. É das melhores equipas em termos defensivos e o jogo pode entrar em transições. É perceber a resposta que vamos dar.»