O médio, que renovou recentemente por cinco épocas com os estudantes, passou a privilegiar outro tipo de transporte, mais lento, mas que lhe confere outra liberdade para cumprir com tranquilidade o plano de fortalecimento muscular que lhe foi prescrito.

Assim, se tiver de fazer mais alguns exercícios no campo, não há problema. Amigo não empata amigo, como se costuma dizer, e, quando estiver despachado, o médio volta para o hotel, novamente em duas rodas. Ao todo, são oito quilómetros, entre ida e regresso.

Ao mesmo tempo, está a aliar o útil ao agradável. A prática velocipédica enquadra-se perfeitamente no programa de reforço muscular e, valha a verdade, não será o primeiro jogador de futebol a trocar, por momentos, as chuteiras pela bicicleta. Que o diga Iván Balliu...