A FIGURA: Gilberto

Tantas vezes apontado como o «patinho feio» dos reforços do Benfica, o lateral brasileiro foi o melhor da equipa de Jorge Jesus. Foi acutilante no flanco direito, combinando bem ora com Everton, ora com Pizzi. Tirou alguns bons cruzamentos, como um que Gonçalo Ramos desperdiçou e que poderia ter feito toda a diferença no jogo.

 

O MOMENTO: falhanço de Pedrinho. MINUTO 90+3

A par da de Gonçalo Ramos, foi a melhor ocasião de golo criada pelo Benfica em todo o jogo. Servido por Ramos, Pedrinho teve tudo para dar a vitória ao Benfica, mas encheu o pé quando nem precisava de o fazer. Um remate de raiva que terminou na bancada.

 

OUTROS DESTAQUES

Taarabt: tentou de todas as formas encontrar espaços no bloco vimaranense, procurando imprimir velocidade ao jogo, ora rompendo linhas, ora fazendo a bola circular para os flancos. O avançar do cronómetro foi-lhe retirando algum discernimento, mas foi sempre um dos mais inconformados.

Gonçalo Ramos: uma oportunidade de golo e um passe-chave para Pedrinho. O jogo nunca esteve fácil para ele, mas ainda assim fez mais em meia-hora do que Seferovic em 60 minutos e Darwin em 45.

Jorge Fernandes e Mumin: dois esteios no eixo da defesa. Foram raras as vezes em que os avançados do Benfica levaram a melhor sobre eles. Foram cortes preponderantes, remates bloqueados e concentração nos limites.

Trmal: disse presente sempre que foi chamado a intervir. Não foram poucas, mas também não foram muitas. Transmitiu segurança e a baliza a zeros também passou por ele.

André André: preponderante no auxílio à defesa, teve dois cortes importantíssimos na primeira parte. Entregou-se de corpo e alma ao que o jogo foi pedindo, mesmo sacrificando algumas das suas características naturais.