O duelo minhoto entre o Vitória de Guimarães e o Gil Vicente, que encerrou a jornada 13 da Liga, terminou com confusão no túnel de acesso aos balneários, envolvendo os jogadores e outros elementos de ambos os emblemas.

Esse cenário foi confirmado por ambos os técnicos, que não se alongaram na descrição, mas da sala de imprensa foi percetível que quando os jogadores se dirigiam para os balneários acabaram por se registar tumultos. 

«No final houve confusão, mas não percebi o que se passou», referiu Luís Pinto na sala de imprensa, não se alongando em relação a este assunto. César Peixoto foi mais longe, confirmando que quando chegou ao local «já a confusão estava instalada». 

«Houve confusão, mas estava lá em baixo a falar com o Santi [Garcia]. Quando chego já estava a confusão instalada, as pessoas da Liga estavam lá e têm de reportar, temos de ser adultos, saber perder, empatar e ganhar, ter cultura desportiva. Lá dentro é guerra, mas depois temos de ter a cabeça fria para que não ocorram estas situações», disse o treinador gilista.

O embate entre Vitória e Gil Vicente, presenciado por 13 126 adeptos, foi intenso e terminou com muitos protestos à equipa de arbitragem. António Miguel Cardoso, presidente do Vitória de Guimarães, queixou-se no final do jogo que terão ficado por marcar três grandes penalidades a favor da sua equipa.