A FIGURA: Mendy

O elemento mais perigoso dos sadinos. Constantemente à procura da profundidade e de se antecipar aos defesas contrários. Aos 27 minutos introduziu a bola na baliza flaviense, mas estava em posição irregular. Ainda na primeira parte voltou a ameaçar mais duas vezes: a primeira num remate de pé esquerdo e a segunda no cabeceamento à trave. A abrir a segunda parte conseguiu antecipar-se a António Filipe numa jogada que acabou por não ter o fim desejado para a equipa da casa e pouco depois serviu Éber Bessa de bandeja para uma das melhores oportunidades do jogo. Acabou esgotado.

O MOMENTO: cabeceamento de Mendy à barra (MINUTO 45)

Foram algumas as oportunidades, mas esta foi aquela que ficou mais perto do sucesso. Centímetros separaram o francês de um golo merecido pelo que fez durante a tarde e, possivelmente, do primeiro triunfo dos sadinos em mais de um mês.

OUTROS DESTAQUES

Rúben Micael: com os sadinos a sentirem muitas dificuldades no jogo interior, descaiu por diversas vezes para a esquerda, onde teve um par de boas combinações, sobretudo com Hildeberto, para procurar servir a referência ofensiva.

Marcão: se Mendy não teve mais oportunidades foi por culpa dele. Esteve quase irrepreensível nas dobras necessárias a Maras.

Eustáquio: até a forma como pisa o relvado é diferente dos jogadores comuns. Um craque em potência. Preocupado com os equilíbrios (por vezes parece um desperdício de recursos), libertou-se em várias ocasiões nas quais acompanhou bem o ataque, sempre à procura de fugir aos radares contrários. Numa dessas vezes, a fechar a primeira parte, falhou uma soberana oportunidade. A abrir a segunda parte serviu Bressan para mais uma excelente ocasião dos transmontanos.