FIGURA: Bruno César

Exibição tremenda do brasileiro, peça fundamental no Sporting nos últimos jogos e esta noite no Bonfim com mais uma assistência. Ou duas, se formos exigentes. Foi ele que colocou a bola na área no golo de Gelson, em que a defesa sadina esteve mal, e foi ele também quem bateu o canto aproveitado por William (0-2). Ainda teve oportunidade de marcar, mas nesse capitulo o toque na bola não lhe saiu tão bem.

Ficha de jogo e ao minuto

MOMENTO: minuto 20

Erro sadino, golo do Sporting e o marcador a abrir-se a favor dos leões. E do jogo.

OUTROS DESTAQUES

Gelson: voltou às opções e a ser titular, depois de falhar o encontro da jornada passada por lesão, e coroou uma exibição melhor do que a dos últimos jogos com um golo. Já não marcava desde o final de janeiro, na receção do Sporting ao Paços Ferreira (4-2). Saiu aos 63 minutos, sem ver amarelo e por isso está disponível para o jogo com o Benfica.

Schelotto e Zeegelaar: os laterais foram, em vários jogos desta época, o maior problema do Sporting, mas esta noite no Bonfim não se lhes pode apontar nada de negativo. Ambos estiveram bem no aspeto defensivo e no ofensivo. Também ambos viram cartão amarelo ainda na primeira parte, e quase em lances seguidos, mas não ficaram condicionados. Só o holandês ficou afastado do jogo com o Benfica no próximo sábado.

Adrien: regressou à titularidade dois meses após se lesionar e depois de ter entrado na segunda parte do jogo com o Boavista, na ronda passada. O Sporting já se habitou a jogar sem ele, mas é melhor com o capitão em campo. Ainda assim, hoje não se notou muita diferença. Assinala-se o regresso.

Fábio Cardoso: ficou mal visto no lance do primeiro golo do Sporting. Hesitou a tirar a bola junto ao segundo poste, depois de Varela não a segurar, e certamente também não contou que Gelson surgisse por trás. Errou, mas conseguiu fazer melhor depois. Na segunda parte, logo no início, tirou a hipótese do 0-2 a Bas Dost.

João Carvalho e João Amaral: os melhores do Vitória Setúbal, sobretudo na primeira parte e até porque o segundo foi substituído no decorrer da segunda. Recuperaram, construíram e criaram lances em que os sadinos poderiam ter sido mais felizes.

Nuno Santos: entrou apenas a meio da segunda parte, para o lugar de João Amaral, mas acabou por ser quem mais trabalho deu à defesa do Sporting e a Rui Patrício que teve um jogo tranquilo.