Lucas Paquetá foi apresentado no Flamengo durante a tarde desta segunda-feira com pompa e circunstância. O médio trocou o West Ham, de Inglaterra, pelo clube que o formou, num negócio avaliado em 42 milhões de euros.
É a maior verba paga por um clube brasileiro na história, afirmando a capacidade financeira do clube do Rio de Janeiro. No Flamengo já atuavam jogadores como Jorginho, Danilo, Emerson Royal, Saúl Ñíguez ou Everton Cebolinha.
Mas a direção não está satisfeita. José Boto, diretor desportivo do clube e ex-Benfica, teceu uma declaração curiosa na apresentação do jogador, meia a brincar, meia a sério.
«O staff do Lucas Paquetá está aqui. Depois vamos conversar sobre o Vini Jr. [risos]. O contrato está a acabar, não vamos precisar de pagar nada ao Real Madrid», disse, com um sorriso.
«Sem o Paquetá, era impossível esta transferência, por mais dinheiro que tivéssemos. Sem o desejo dele, o que ele fez para estar aqui hoje, o staff dele que também ajudou muito, não seria possível. Isso mostra o quanto ele gosta do Flamengo, o quanto ele queria o Flamengo. Por este valor, havia dez ou quinze clubes na Europa que o poderiam contratar», disse Boto.
«É uma contratação com enorme impacto não só no Brasil como em toda a Europa. Mas acima disto tudo há a parte desportiva. Tínhamos duas ou três posições que queríamos reforçar, e ele cumpria as três», completou o diretor desportivo.
Lucas Paquetá é internacional brasileiro e reforça o plantel liderado por Filipe Luís, que quer renovar a temporada de sucessos conseguida em 2025 - vitória no Brasileirão e na Taça Libertadores.