Paulo Fonseca vive dias complicados em França. Ao fim de cinco jogos ao leme do Lyon, em França, foi suspenso por nove meses por ter encostado a cabeça a um árbitro e gritado com ele.
John Textor, presidente do Lyon, veio defender publicamente a continuidade do treinador português. «És o homem certo», escreveu no Instagram. Nessa mesma rede social, a mulher de Paulo Fonseca criticou a suspensão.
«Nove meses por alguns segundos de gritaria? Uma decisão absurda, escandalosa e inédita. O que se pede é justiça, não uma execução política», escreveu Katerina Fonseca.
Paulo Fonseca fica impedido de aceder ao campo, antes, durante e após os jogos, bem como aos balneários, até ao dia 30 de novembro. Tinha entrado no clube no início de fevereiro.