Rúben Neves vai jogar no Mundial 2026 com o número 21 de Diogo Jota e está convencido que o número do antigo jogador pode vir a dar uma «força extra» para uma seleção que está determinada em regressar a casa apenas depois de 19 de julho, dia da final do Campeonato do Mundo que vai decorrer nos Estados Unidos , Canadá e México.
O número de Diogo Jota pode vir a ser tal «força extra» que é precisa nestes grandes momentos?
«Tenho a certeza que que sim, acho que já falámos muito sobre isso, e dizemos sempre o mesmo que é: às vezes é preciso agarrar-nos a algo para ir buscar uma força extra nos momentos mais difíceis, que nestas competições são sempre inevitáveis Esse vai ser um dos aspetos que nos pode dar essa força extra num desses momentos e que nos pode fazer chegar onde nós queremos chegar.»
Com esta qualidade na seleção, está convicto que só regressam a 19 de julho?
«Claro que sim, vamos começar desde hoje a preparar esse Campeonato do Mundo da melhor maneira possível. Como é óbvio, a nossa convicção é voltar só depois do dia 19, é para isso que aqui estamos. Temos de ter muita expetativa, mas responsabilidade também. É uma competição extremamente difícil, há muitos fatores em jogo, mas o nosso objetivo, sendo a seleção que somos, é chegar à final e vencer. A nossa convicção é trabalhar da melhor forma para conseguirmos voltar só a 19 de julho e com a taça na mão».
Esta será uma das gerações mais promissoras, isso será factor de maior pressão? Também por ser, teoricamente, o último Mundial de Cristiano Ronaldo?
«Todos os jogadores da Seleção estão mais do que habituados a esse tipo de pressão, todos jogam em grandes equipas, tivemos mais recentemente quatro jogadores a ganhar a Champions pela segunda vez, portanto, acho que somos um grupo jovem, mas bastante experiente e sabemos as nossas qualidades. Portanto, acho que é uma pressão positiva, não levamos isso para o lado negativo, mas sim para o lado de uma responsabilidade ainda maior porque sabemos que temos grande qualidade e podemos chegar a grandes conquistas por Portugal.»