Os nossos 23 para um Mundial de bigodes

Na categoria à parte dos guarda-redes, Grobelaar, campeão europeu pelo Liverpool, leva vantagem sobre históricos como Schumacher (que não poucas vezes renegou o bigode loiro, jogando grande competições vergonhosamente escanhoado) ou David Seaman, que comprometeu a reputação universal dos bigodes com aquele golo sofrido frente a Ronaldinho, em 2002. O pódio fica completo com o avançado polaco Boniek, cujo bigode quase ofuscou o talento de Platini na grande Juventus dos anos 80.

Uma selecção, um país...vários bigodes

Ao contrário do que acontece em Portugal, a categoria dos pontas-de-lança está bem composta neste top, com o lendário Ian Rush a ganhar ao sprint frente a Rudi Voller. Apesar de terem arrepiado caminho na viragem para os anos 90, passando ao estatuto de arrependidos, os gloriosos bigodes de Gullit e Rijaard no Euro-88 valem-lhes lugares de honra num elenco que contempla ainda um jogador asiático (o iraniano Ali Daei) e mais um guarda-redes, Rodolfo Rodriguez, que antes de fechar a carreira em Alvalade foi dono da baliza uruguaia durante anos a fio, sempre com grande competência ao nível do bigode.

O top-ten mundial para o Maisfutebol:

1, Rivelino (Brasil);

2, Bruce Grobelaar (Zimbabwe);

3, Zbigniew Boniek (Polónia);

4, Graeme Souness (Escócia);

5, Ian Rush (País de Gales);

6, Ruud Gullit (Holanda);

7, Rudi Voller (Alemanha);

8, Ali Daei (Irão);

9, Frank Rijkaard (Holanda);

10, Rodolfo Rodriguez (Uruguai).