«O Paços é uma excelente equipa, como tem vindo a comprovar com as excelentes exibições, tanto no campeonato como na Europa. Foi um jogo difícil, com o Paços a atuar com uma estrutura mais baixa do que é habitual. Entrámos fortes, criámos várias oportunidades, fizemos 26 remates à baliza, mas não conseguimos concretizar em golos as oportunidades com excelentes períodos de futebol com qualidade. Conseguimos marcar de forma merecida face às oportunidades criadas. Com a entrada do Quintero tentámos melhorar o ultimo passe, depois com o Ricardo demos mais profundidade ao jogo. Baixámos o Lucho e passámos Quintero para 10. Ricardo entrou muito bem. Quintero naturalmente vai ter espaço nesta equipa, não vou esconder isso. Está num processo evolutivo, adaptando-se à equipa, às nossas ideias. Aos poucos está a entrar naquilo que pretendemos. Entrámos com três vitórias no campeonato, é isso que nos vai orientar no futuro. Nesta altura é prematuro valorizar esta vantagem, que é sempre agradável, mas não é determinante».

Sérgio Gaminha, adjunto de Costinha no Paços de Ferreira, foi o porta voz da equipa: «Tivemos uma grande chance antes do Porto marcar, pelo Carlão. Sabiamos que iamos enfrentar um adversário muito forte. A nossa estratégia era surpreender na transição. Estamos satisfeitos com a prestação, depois do jogo difícil na Rússia, a viagem dura e pouco tempo de recuperação. A mensagem é de crença e de esperança, confiança no trabalho que desenvolvemos. É um trabalho sério e competente, mas os resultados não têm aparecido. Temos uns dias para descansar, recuperar e preparar o jogo com o Benfica, onde vamos tentar pontuar e se possível ganhar».